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O que disseram seis grandes filósofos sobre a felicidade

Por Portal Evidência em 25/10/2021 às 22:45:40

Gautama Buda, viveu por volta de 500 a.C. A opinião de Buda sobre a felicidade enfatiza a importância de encontrar satisfação na experiência de viver. Tal como quando se viaja: aproveitar a viagem enquanto decorre, retirando o foco do destino. Não existe nenhum objetivo derradeiro. Para Buda, criamos a nossa felicidade ao longo do caminho.

Para Nietzsche, que viveu até final do séc. XIX, o famoso niilista de bigode, a felicidade depende do controle que se tem sobre o que rodeia o indivíduo. O filósofo alemão escreveu várias vezes sobre o impacto que esse poder (e a falta do mesmo) pode ter nas experiências vividas pelos indivíduos. Quando os mesmos resistem, perdem a sua ação. Esse sentido de ego pode depois transformar-se em felicidade.



Não está na personalidade de alguém como Bertrand Russel, que viveu no início do séc. XIX, um amante da matemática, ciência e lógica, explorar um campo tão discutível como a felicidade. No entanto, a sua ideia de que a felicidade pode ser encontrada com a rendição aos sentimentos viscerais do amor é mais que correta – e a ciência contemporânea parece estar do seu lado.

Para Sócrates, que viveu em 450 a.C., um dos maiores pensadores de sempre, a felicidade não provém de recompensas externas ou elogios. Provém do sucesso privado e interno que as pessoas conferem a si mesmas. Ao simplificarmos as nossas necessidades podemos aprender a apreciar os prazeres mais simples.

Ninguém sabe ao certo quem foi Lao Tzu, que viveu até por volta de 600 a.C. na China, cujo nome quer simplesmente dizer "Criança Velha". Contudo, a sua sabedoria sobre "viver no momento" superou milénios. E os psicólogos defendem os seus benefícios. Algumas investigações sugerem que as pessoas apresentam maiores níveis de felicidade quando se dedicam a coisas que requerem toda a sua atenção no momento: uma boa conversa, tarefas criativas ou até sexo.

Antes de existir a junção "Kim Kierkegaardashian" numa conta de Twitter, existiu o filósofo dinamarquês que a inspirou. Kierkegaard que viveu no início do séc. XIX era da opinião de que a felicidade provém do facto de se estar presente no momento e de se gozar a viagem. A partir do momento em que paramos de transformar as nossas circunstâncias em problemas e começamos a pensar nelas como experiências, podemos tirar satisfação delas.



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